Atualização faz parte da política de segurança biométrica para reduzir fraudes e ampliar a identificação cidadã no País

Segundo orientações publicadas pelo Governo Federal e experiências relatadas por especialistas em políticas sociais, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) passou por uma mudança estrutural importante em 2026. O novo Cartão de Identidade Nacional (CIN), conhecido como novo RG, tornou-se pré-requisito para solicitar ou manter o pagamento mensal de R$ 1.621. A atualização faz parte da política de segurança biométrica para reduzir fraudes e ampliar a identificação cidadã no país, afetando diretamente idosos e pessoas com deficiência que dependem do benefício.

Por que o novo RG com biometria é obrigatório para o BPC – O Ministério da Gestão confirmou que o novo CIN unifica o número CPF como identificador único e adiciona coleta obrigatória de impressões digitais e reconhecimento facial. Esse registro permite ao INSS validar, com mais segurança, quem realmente solicita o BPC, reduzindo fraudes e eliminando divergências cadastrais. Esse processo já vinha sendo testado desde 2025, mas entrou definitivamente na fase obrigatória em 2026.

Cronograma oficial de exigência biométrica – Para organizar a implementação, o governo criou um cronograma gradual:

➜ Desde 21/11/2025: Novos pedidos de aposentadoria e BPC passaram a exigir biometria registrada (CIN, CNH ou Título Eleitoral com biometria);

➜ A partir de 01/05/2026: O novo RG (CIN) passa a ser obrigatório para quem não possui nenhum outro documento biométrico;

➜ A partir de 01/01/2028: O CIN será o único documento biométrico aceito em serviços do INSS, inclusive para manutenção do BPC.

Quem está isento da biometria em 2026 – Apesar da exigência, o governo criou exceções para evitar bloqueio de assistência em casos sensíveis: idosos acima de 80 anos com documentos válidos; pessoas com laudo comprovando impossibilidade de deslocamento; moradores de áreas remotas atendidos por unidades móveis.

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