Resultado coloca o País uma posição acima da registrada no primeiro trimestre, quando havia ficado em sexto lugar

O Brasil registrou a quinta maior taxa de crescimento global do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano, de acordo com a agência de classificação de risco Austin Rating. O levantamento considera o desempenho das economias entre 50 países que divulgaram resultados.

A economia brasileira cresceu 0,5% entre abril e junho, na comparação com os três primeiros meses do ano, com ajuste sazonal. O resultado coloca o país uma posição acima da registrada no primeiro trimestre, quando havia ficado em sexto lugar no ranking. A lista foi elaborada por Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, e considera o desempenho trimestral das economias com ajuste sazonal, o que permite uma comparação mais direta entre os países.

Os países que mais cresceram:

1. Irlanda: 1,0%
2. Indonésia: 0,9%
3. Angola: 0,7%
4. Malásia: 0,6%
5. Brasil: 0,5%
6. Eslovênia: 0,4%
7. Lituânia: 0,4%
8. Suécia: 0,4%
9. Estados Unidos: 0,4%
10. Sérvia: 0,4%
11. Suíça: 0,4%

No topo do ranking está Irlanda, cuja economia cresceu 1% no segundo trimestre. Em seguida aparecem Indonésia e Angola. O Brasil aparece na quinta posição, com avanço de 0,5%.

Brasil fica em 37º no ranking anual – Já na comparação do segundo trimestre deste ano contra igual trimestre do ano passado, a economia brasileira cresceu 2%. O resultado levou o país a ficar na 37ª posição entre 63 economias. O levantamento compara o desempenho dos países entre abril e junho deste ano com igual período de 2025. O resultado coloca o país atrás de economias como China, Índia, Estados Unidos, México e Colômbia.

O PIB de Taiwan liderou o crescimento nesta base de comparação, com alta de 12,9%, seguido de Angola (8,7%), Vietnã (8,4%), Índia (7,8%), Mongólia (7,7%), e outros países como Venezuela, Armênia, Malásia, Cingapura, Indonésia, Eslovênia, Dinamarca, Malta e Nigéria. A China aparece em 15º lugar, com alta de 4,3%. Já os Estados Unidos avançaram 2,1%, assim como o México, ocupando, respectivamente, a 35ª e 36ª posição, antes do Brasil.

O Globo